«Concertinices» de aniversário

Diz que hoje a palavra é da Concertina.
Mas bem vistas as coisas, não será muito diferente do que a Chavininha já disse.

A história do Phonograph Me, nascido há três anos, depois de inúmeras conversas animadas e trocas de impressões sobre discos, concertos, bandas e festivais, confunde-se com a da amizade que une Chavininha e Concertina.

E por isso é quase impossível separá-las.

E desde então, tem sido sinónimo de aventuras, peripécias e gargalhadas, muitas gargalhadas.






Quando lemos os textos que escrevemos, quando estamos a criar as perguntas dos nossos queridos Q&A e sobretudo quando lemos as respostas dos amigos e dos que já fazem parte da família.

Quando chegamos aos sítios e percebemos que estamos na «press list» e não na guest list.

Quando arrastamos os nossos amigos para concertos de gente que não conhecem tão bem e damos com eles a cantar a plenos pulmões «aquela» canção.

Sim, é divertido ser (do) Phonograph Me, porque fazemos roadtrips para os festivais, e viagens low-cost para o estrangeiro.

Mas é também «a sério».

As reviews de discos, mesmo que nos falte inspiração, as crónicas de concertos mesmo que não estejamos de acordo ou sintonizadas na mesma estação.

Os momentos sociais que antecedem os eventos, mesmo que não nos apeteça, as longas conversas noite fora para colocar as ideias em ordem, mesmo que estejamos a cair de sono.

Ser (do) Phonograph Me é estarmos no sitio certo à hora certa e contribuirmos para as memórias de quem lá esteve e para a (ligeira) inveja de quem não esteve.

E ao mesmo tempo, com um bocadinho de sorte, apoiar os projectos que nos soam bem.

E sentirmos um orgulho imenso quando os vemos crescer. 

Ser (do) Phonograph Me é a nossa forma de estar, e isso não tem preço.

Tal como a Chavininha, não trocaria estes anos por nada.

Que venham muitos mais.

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