"Old Machine", o regresso da Pop mágica dos Year Of The Dog
O fim-da-tarde desta Segunda-feira traz de volta, aqui ao blog, o projeto britânico Year of the Dog, que nos vem deliciar com mais um brilhante novo single. Falo hoje aqui em "Old Machine", uma canção honesta e muito crua, cheia de sentimento e de alma, uma canção deliciosa e muito brilhante, que não tem parado de tocar, por aqui nos últimos tempos. Ponham o som alto e carreguem no Play, por favor.
Trouxe os Year of the Dog, aqui ao blog, quando falei aqui em "This Ain't Over" e em "Komodo Kimono", canções ritmadas e multi-dimensionais, marcadas pelas suas camadas e texturas apaixonantes e pela forma relacionável a que soam, canções que me fizeram prestar atenção ao som único do projeto britânico.
Assim também soa "Old Machine", uma canção que faz parte de Break Lose, o álbum de estreia dos Year of the Dog, uma canção sobre estar presente, sempre muito esperançosa muito clara e evidente, cheia de alma, dona de uma linha melódica brilhante e muito apelativa, que vem num crescendo e que nos embala, canção fora, a um universo sonoro brilhante, como eu tanto gosto.
Perfeita para andar a ouvir alto e em loop, como as boas canções merecem, "Old Machine", é uma canção brilhante que me faz ter a certeza que o som mágico dos Year of the Dog, nos vai continuar a fazer companhia, por aqui, mais vezes.
Palavra de Chavininha.
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